No mês de maio – o Mês de Sensibilização para o Cancro da Pele – celebra-se a dia 11 o Dia Europeu do Melanoma, de modo a reforçar a importância da prevenção, vigilância e diagnóstico precoce deste tipo de tumor cutâneo.
Em Portugal, são diagnosticados anualmente cerca de 1500 novos casos de melanoma. Contudo, apesar da sua agressividade e alta taxa de mortalidade entre as patologias oncológicas da pele, o prognóstico pode ser significativamente mais favorável quando o diagnóstico é realizado em fases iniciais.
No contexto laboratorial, a Anatomia Patológica desempenha um papel central no diagnóstico e caracterização destas lesões. A análise histológica permite confirmar o diagnóstico, avaliar fatores prognósticos e apoiar a decisão clínica, contribuindo para uma abordagem mais precisa e personalizada da doença.
Paralelamente, a Patologia Molecular assume também um papel cada vez mais relevante na abordagem do melanoma, sobretudo em contextos de doença avançada ou progressão tumoral. Entre os testes moleculares atualmente disponíveis no IMP Diagnostics, destacamos os exames BRAF e NRAS.
O IMP Diagnostics dispõe de uma Unidade de Dermatopatologia, liderada pelo Dr. Herberto Bettencourt, especializada no diagnóstico de patologias da pele, incluindo melanoma e outras neoplasias cutâneas. A diferenciação entre lesões benignas e malignas exige experiência, rigor diagnóstico e integração clínica, sendo frequentemente determinante para a orientação terapêutica.
Por detrás de cada diagnóstico existe um trabalho rigoroso de observação, análise e interpretação científica. Num mês em que se reforça a importância da consciencialização para o cancro da pele e para a doença oncológica em geral, o contributo da Anatomia Patológica e da Patologia Molecular permanece essencial no diagnóstico precoce e no acompanhamento dos doentes com melanoma e outras patologias oncológicas.
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