Cerca de 75% das mulheres terão, ao longo da sua vida, pelo menos um episódio de algum tipo de vulvovaginite. No entanto, os sintomas (prurido, ardor, corrimento, desconforto, entre outros) são muitas vezes semelhantes, o que pode atrasar o diagnóstico e comprometer a eficácia do tratamento. Nesse sentido, a resposta para as vulvovaginites passa por uma abordagem de precisão.
O IMP Diagnostics lançou recentemente um novo Painel que utiliza tecnologia de PCR que permite a deteção dos principais agentes etiológicos das vulvovaginites num único teste, garantindo assim:
- Identificação correta do agente infecioso;
- Terapêutica adequada;
- Maior eficácia do tratamento;
- Redução das recidivas.


De modo a acrescentar mais informação e traçar um perfil da realidade portuguesa, estamos a desenvolver um estudo nacional com 180 participantes, que pretende caracterizar epidemiologicamente a microbiota vulvovaginal, identificando os agentes etiológicos mais prevalentes.
Através das nossas redes sociais, ficará a par dos resultados deste estudo.
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